O vento venta forte
Traz presságio de morte
Mas traz também a calamaria
Há quem clame: "Ave Maria!"
Não vê o cego o que há
Sempre ali, além da tempestade
Uma magia oculta em um tear
Tecendo as linhas da serenidade
O tolo não vê
Fica morrendo aos poucos
Olhando para TV
O sábio chora
Pois sabe das bobagens
Que fez outrora
No fim quem busca calamidade
Se depara com serenidade
Pois é isso que é cultivado
Dentro de mim
para amar e ser amado